Novo estudo sobre o BPA

Um novo estudo sobre o BPA (Bisfenol A), feito pelo Pacific Northwest National Laboratory (PNNL) de Washington, e suportado pela Environmental Protection Agency (EPA, EUA), indica que os riscos associados ao BPA são demasiado baixos para poderem causar qualquer risco para a saúde. O meta-estudo agrega 150 estudos de impacto do BPA, apresentados na conferência anual da American Association for the Advancement of Science (AAAS) dedicada à questão específica de  saber se a concentração de BPA é suficientemente elevada para activar efeitos do estrogénio no sangue. Em princípio, o BPA associa-se à mesma proteína que o estrogénio, mas em grau inferior. O meta-estudo indica que, para iniciar um efeito biológico, a concentração no sangue teria que ser muito mais elevada.

A discussão sobre o BPA parece não ter fim. Os que não querem ser envolvidos nesta controvérsia têm várias opções. Desde logo, as embalagens de vidro e os respectivos vedantes. Outra possibilidade é o recurso aos vernizes de protecção sem melaminas e sem BPA desenvolvidos pela ACTEGA Rhenania, que são utilizados nos vedantes isentos de PVC e de ftalatos para tampas, como é o caso dos vedantes Pano BlueSeal powered by PROVALIN®, da ACTEGA DS.

Durante a conferência dedicada ao tema "embalagem plástica fácil de descartar" (nos dias 28 de Fevereiro a 1 de Março), especialistas de várias organizações e empresas apresentaram uma panorâmica de soluções em matéria de canais de recolha, triagem, fluxos de materiais e factos sobre a sustentabilidade, reciclagem e design de embalagens. A ACTEGA apresentou os seus vedantes baseados em elastómero termoplástico (TPE), um material sem PVC e sem plastificantes, juntamente com vários exemplos de embalagens. Este material é fácil de processar e de reciclar e é compatível com as exigências máximas de bio-compatibilidade, com as normas ISO 10993 e USPVI, contacto alimentar (FDA e EU) e segurança alimentar.

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