Investimento em segurança ainda é insuficiente

Entre 2008 e 2009, as perdas no retalho por razões "desconhecidas" baixaram de 177 milhões de euros (1,16% das vendas) para 147 milhões de euros (1,03% do valor de vendas) – dados apurados pela PremiValor Consulting na 3ª edição do "Barómetro Nacional da Quebra no Retalho (2010)". A redução das perdas teve, por conseguinte, uma redução de 18,553 milhões de euros.
Em 2009, o investimento global em dispositivos e sistemas de segurança anti-furto, designadamente em sistemas de "vigilância electrónica" ascendeu a 119 mil euros (0,081% do valor de vendas). A comparação permite duas conclusões principais: em primeiro lugar, o investimento em segurança compensa; em segundo lugar, o investimento é ainda insuficiente. Estima-se que as perdas por furto no retalho português representem um valor de 403 mil euros por dia.
As chamadas "quebras desconhecidas" incluem furto por clientes (51%), furto por funcionários (23%), erros internos (16%), erros de fornecedores (7%) e outras causas (4%).
O volume de negócios da actividade relativa à Segurança Electrónica em 2008 deverá ter representado cerca de 90 milhões de euros, repartido por sistemas EAS (61%), câmaras CCTV (29%) e outros sistemas (10%). A rádio-frequência é a tecnologia predominante.
A divulgação do referido "Barómetro" foi promovida pela Gateway Portugal, empresa fornecedora de sistemas de segurança electrónica baseados em quatro tecnologias: radiofrequência (RF), acústico-magnética (AM), electromagnética (EM) e rádio-magnética (RM).

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